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Sindserv se manifesta contra estudo que propõe mudar a previdência dos funcionários
12/01/2019

Diretores do sindicato afirmam que não foram consultados pela prefeitura. Alexandre Manetti e Emanoel Julio Lima, diretores do Sindserv, se manifestam contra o estudo G1 Santos As mudanças em estudo pela Prefeitura de Santos, no litoral de São Paulo, que propõem alterações na previdência dos funcionários públicos, estão preocupando o Sindicato dos Servidores de Santos (Sindserv). Representantes da diretoria afirmam que não foram consultados. “Os servidores não estão tranquilos com a questão da previdência”, afirma o diretor do Sindserv Alexandre Manetti. Ele conta que ficou sabendo das mudanças pela imprensa e que não concorda com o que está sendo estudado. Segundo o diretor-presidente do Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos de Santos (IprevSantos), Rui Sérgio Gomes De Rosis Júnior, o estudo está em fase de análise e não há confirmação de quando deverá ser implementado. Ele explica que o objetivo é possibilitar a sustentabilidade no regime a longo prazo. “A previdência pública é bem dinâmica. Ela passou por várias reformas, sempre na intenção de se dar uma sustentabilidade maior”, diz. Paço Municipal de Santos, SP Anderson Bianchi/Prefeitura de Santos Mudanças na previdência O modelo estudado propõe que o teto do benefício seja unificado de acordo com o Regime Geral de Previdência. Assim, os funcionários que receberem um valor maior que o teto, que atualmente é de R$ 5.645,80, terão de recorrer a uma contribuição particular, como uma poupança privada. De Rosis Júnior explica que aqueles que receberem mais poderão contar com um regime de aposentadoria complementar, que está sendo negociado com a Fundação de Previdência Complementar do Estado de São Paulo (SP-Prevcom). Ele afirma que a medida deve englobar apenas os funcionários que entrarem após a aprovação da Câmara. Para Manetti, é preciso que os próximos também tenham os mesmos direitos. “A gente quer que a próxima geração possa usufruir os mesmos direitos”, diz. Também diretor do Sindserv, Emanoel Julio Lima ressalta que a categoria não concorda com as mudanças estudadas. “É mudar algo sólido para algo frágil”, destaca. Outro ponto que preocupa a categoria é a alíquota de contribuição. Segundo o diretor-presidente do IprevSantos, ela não irá mudar. Mas, para o sindicato, não ‘dá para confiar’. “Não confiamos nesse governo que por inúmeras vezes disse uma coisa e fez outra”, finaliza Manetti.
Fonte: G1
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